quinta-feira, 21 de outubro de 2010

História de 2 nascimentos- sucesso para amamentar?

Achei esse texto muito legal no GVA e hoje, completando 15 meses de amamentaçao graças à força e ajuda que recebi das meninas de la, em especial da Andreia Mortensen, resovi colocar aqui pras leitoras que ainda estao gestando ou planejando um novo baby......no fim comentarei minhas experiencias em relaçao ao texto, ainda que a realidade do texto seja americana, ela se assemelha em muitos aspectos a realidade francesa ou brasileira.

História de 2 nascimentos- sucesso para amamentar?


Revolução Pacífica– A Maternidade e a Culpa de 13 Bilhões de dólares


Originalmente postado em:

http://www.huffingtonpost.com/melissa-bartick/ipeaceful-revolutioni-mot_b_536659.html



Por Melissa Bartick, médica intensivista em Massachusetts, EUA, além de mãe. Também é presidente da ‘Massachusetts Breastfeeding Coalition’ e pratica medicina hospitalar.



Traduzido por Luciana Prass Rolsen

Revisado por Andréia C. K. Mortensen





Desde a publicação em Abril do meu artigo “O Peso que a Amamentação Não Ideal tem nos Estados Unidos” (http://www.huffingtonpost.com/2010/04/05/breastfeeding-study-on-be_n_525180.html) no periódico científico ‘Pediatrics’, com Arnold Reinhold, tenho sido questionada com frequência por jornalistas sobre o que os EUA podem fazer para melhorar nossos índices de amamentação. Também recebi muitos comentários perguntando se a pesquisa apenas faz mães se sentirem culpadas por não amamentar.

As respostas para estes dois questionamentos estão intimimamente ligadas, e são melhor ilustradas com dois relatos de parto. Como você poderá ver, ao comparar o que deveria acontecer no parto com o que REALMENTE acontece, você poderá apreciar o quão difícil é para as mulheres americanas amamentar, e como poderia ser muito mais fácil se apenas alguns detalhes fossem diferentes.
Relato de parto número 1: Como seria um nascimento ideal com condições favoráveis ao bebê e a mãe nos EUA


Você dá a luz com auxílio de uma doula. Ela te ajuda a evitar uma cesárea ou parto instrumental, e é por isso que o hospital a contratou. Seu bebê é limpo de leve, e então colocado diretamente no seu peito, pele a pele, com a cabeça entre seus seios. A enfermeira coloca um cobertor ao redor de vocês dois, e o seu companheiro corta o cordão umbilical. A enfermeira avalia as condições vitais do bebê enquanto ele descansa no seu peito. Enquanto você está semi sentada, feliz e exausta, seu bebê usa suas mãos e pernas para se mover em direção ao seio e começa a mamar (‘Breast crawl’). Você e seu companheiro são deixados a sós por uma hora para curtir seu bebêzinho, que neste momento já conseguiu desenvolver o comportamento prório para amamentação graças a essa mamada inicial. Você então é levada para o quarto de recuperação com o bebê no peito.
A enfermeira retorna e pesa, mede e examina seu bebê ali mesmo no seu quarto. Você está junto quando ele recebe a injeção de vitamina K e colírio antibiótico. Seu bebê é devolvido a você, e novamente colocado sobre seu peito pele a pele. Vocês ficam em alojamento conjunto até a alta. Nas suas aulas durante o pré-natal você já havia aprendido a pedir que a maioria dos visitantes esperasse até que você volte para casa, para que pudesse descansar. Você também desliga o telefone para que nenhuma ligação a acorde. Antes de sair do hospital o teste do pezinho é feito enquanto seu bebê mama, e você se impressiona ao ver que ele não chora durante a picada. Você recebe alta com instruções claras sobre amamentação, e números de telefones para ligar caso precise de ajuda. Você não recebe nenhum “presente” de empresas de leite industrializados.
Dois dias depois, você faz a primeira visita ao pediatra, que está um pouco preocupado com o peso do bebê, mas fora isso ele está saudável. Ele rapidamente te redireciona a uma Conselheira de Amamentação Certificada, e a única coisa que você paga é o “co pay” comum1. Ela faz uma avaliação cuidadosa e recomenda aumentar a frequência das mamadas por alguns dias, e isso resolve o problema.

Você curte seus 3 meses de licença maternidade paga, com 80% do seu salário normal2. Seu bebê dorme perto de você, e como você aprendeu a amamentar deitada e no escuro, você acorda bem disposta a cada manhã.
Quando você retorna ao trabalho, seu empregador permite que você tenha horários flexíveis. Seu local de trabalho tem uma política que permite novos pais trazerem seus bebês para o trabalho, então você o traz com frequência. Como em outras empresas com a mesma política, seus colegas gostam de ter um bebê por perto, e você se sente feliz, calma e produtiva.
Quando seu bebê fica mais ativo, você o coloca numa creche perto do seu local de trabalho para que você possa amamentá-lo durante o horário de almoço, e você pode ordenhar leite na sala de amamentação do trabalho. Você comprou uma boa bomba de ordenhar leite com ajuda do ‘Programa de equipamento médico durável do seu plano de saúde’. Após 6 meses você introduz sólidos na alimentação do bebê. Alguns meses depois você percebe que não precisa mais ordenhar leite no trabalho e você e seu bebê ainda curtem a amamentação por mais um ano. Seu bebê é tão saudável que você nunca teve que perder um dia de trabalho.
Essa experiência se assemelha a sua, ou será essa aqui?




Relato de Parto Número 2: A realidade americana



Você dá a luz um bebê saudável, e nunca ouviu falar de uma doula. O cordão umbilical é cortado antes que alguém consiga terminar a frase “É um menino!” Imediatamente, seu bebê é levado para o outro lado do quarto para um berço aquecido onde a avaliação de Apgar é feita, ele recebe a injeção de vitamina K, e colírio antibiótico é aplicado nos olhos, deixando sua visão nublada. Ele é colocado numa balança gelada para ser pesado e medido. Ele é lavado e esfregado, retirando o cheiro de sua mãe. No final, ele é profissionalmente embalado num “charutinho” e devolvido a você para segurá-lo, de lado em seus braços.

Ele não tem contato pele a pele contigo, e não pode mover seus braços e pernas em direção ao seio. Antes que você perceba, uma hora já se passou desde seu nascimento, e como ele perdeu a janela de oportunidade onde está mais alerta após o parto, ele cai num sono profundo sem ter mamado espontaneamente. Você tenta fazê-lo se interessar pelo peito, mas ele está mesmo muito cansado para tentar com vigor. Como ele está embrulhado e já tomou banho, não consegue usar seu senso de toque e cheiro para seguir em direção ao seu seio. Você não sabia que o melhor era desembrulhá-lo e amamentá-lo logo após o parto, porque a sua aula no pré-natal não falou da importância do contato pele a pele nos primeiros dias de vida. Isso tudo foi discutido numa aula separada sobre amamentação, mas você não tinha nem tempo nem dinheiro para fazer 2 aulas.
Assim que você começa a se entrosar com o seu novo bebê, a equipe decide levá-lo para checar sua temperatura e o nível de açúcar no sangue. Seu nível de glicose é 45 – normal para um recém-nascido, mas baixo para um adulto. Sua temperatura está um pouco baixa, também – todo aquele tempo no banho, na balança gelada, embrulhado no charutinho, e longe do calor de sua mãe o levaram a hipotermia.
Hipotermia e hipoglicemia podem ser sinais de uma infecção sérias, então ele é imediatamente levado de seus braços para o berçário, onde ele recebe o que é chamado de “avaliação de sepse”. Deitado num berço aquecido ao fim do corredor, ele tem sangue retirado para exames, e depois é deixado no berçário para ser observado por algumas horas. Entao você não pode ficar com ele enquanto se recupera do parto. Ele recebe 60mL de leite industrializado, dos quais ele vomita quase tudo, já que o estômago de um bebê de 5 horas é menor que uma colher de chá, o tamanho perfeito para digerir o colostro que sai dos seus seios nos primeiros dias.

Finalmente, seu bebê é trazido de volta a você, enrolado num pacotinho. Ele está mais alerta, mas nunca desenvolveu o comportamento próprio e natural para mamar bem, e está muito estressado com os eventos do dia. Ele pode estar estufado com o leite industrializado que recebeu, e não mama direito. Ele tenta novamente mais tarde. As enfermeiras tentam te ajudar, mas parece que cada uma dá um conselho diferente, e muitos são conflitantes. Você não sabe, mas os conselhos que elas dão são baseados em experiêcias pessoais e não em evidências científicas, porque não tiveram muito treinamento em amamentação. Você não sabe no que acreditar. Finalmente, seu bebê volta para o berçário “para que você possa descansar”, e ele é trazido a você para mamar. Ele não gosta do berçário, então chora, e chora, e você não consegue dormir bem também.
Você sente um pouco de dor quando ele pega o seio, e te dizem que isso é normal. Você está tão empolgada com o nascimento que liga para todo mundo, e muita gente vem te visitar. Eles passam o bebê de colo em colo. Alguém sugere dar uma mamadeira, e você concorda, porque não? Ele está mordendo as mãozinhas, mas ninguém lhe disse que isso é sinal de fome, então você lhe dá uma chupeta que o hospital forneceu para sugar ao invés de sua mão. Você não sabe que dar leite industrializado e chupeta no hospital vai ser ruim para todos seus esforços para amamentar. É surpreendente que as enfermeiras não lhe informam sobre isso, e você não aprendeu na aula do pré-natal. Você fica com vergonha de amamentá-lo na frente das visitas. Finalmente, seus convidados vão embora, mas a essa altura do dia seu bebê está nervoso, e como resultado ele não mama bem.

Ele passa a noite no berçário, onde é pesado. Ele perdeu mais peso do que deveria. O médico diz que é porque seu leite não desceu ainda, e recomenda mais mamadeiras. Ele continua feliz sugando sua chupeta e dormindo no berçário apesar de sua perda de peso preocupante! Mas ninguém sugere que se você o amamentar com mais frequência, dormir no mesmo quarto que ele, jogar fora a chupeta, ou ainda conversar com uma consultora de amamentação, poderiam ajudá-lo a trilhar o caminho certo para amamentação.
Uma hora antes da alta, a consultora de amamentação vem e brevemente conversa com você, mas como o seu departamento tem poucas consultoras, ela não conseguiu vir vê-la mais cedo quando você mais precisava, e ela tem pouco tempo para solucionar seus problemas. Ao sair, a enfermeira lhe dá uma bolas de brinde de uma marca de leite industrializado, completa com amostras de fórmula e informações sobre amamentação que fazem parecer amamentar difícil e um pouco assustador. Ela diz que se você tiver dúvidas para ligar para o seu pediatra.
Na primeira noite em casa as coisas não vão bem. É madrugada e seu bebê não para de chorar quando você tenta amamentá-lo. Você se pergunta se deveria simplesmente desistir. Você dá uma mamadeira pronta (da sacola de brinde do hospital) e seu choro para como um milagre. O problema está resolvido, pelo menos por agora.

Você está realmente motivada a amamentar, então pela manhã você tenta encontrar uma consultora de amamentação. Você liga para alguém que achou na lista telefônica que se entitula “Conselheira de amamentação” e que quer lhe ajudar, mas seu seguro saúde não cobre o custo. Você encontra outra pessoa que se entitula “Consultora de amamentação”. Você não faz idéia da diferença entre “conselheira” e “consultora”. Como estas profissionais não são licenciadas pelo governo, você não tem como saber se elas são qualificadas para fazer o que fazem.
Você se encontra com a consultora de amamentação, mas tem que pagar a parte. Ela ajuda. Depois, você remete um pedido de reembolso ao seguro saúde e torce para que dê certo. Tudo isso enquanto cuida do seu recém nascido. A consultora recomenda que você ordenhe com uma bomba elétrica dupla para ajudar a aumentar sua produção de leite, que agora está ameaçada pelo tanto de leite industrializado que o bebê recebeu na mamadeira, e porque sua técnica de mamar ainda não é boa o suficiente para estimular seus seios, já que ele não aprendeu bem desde o início. Seu seguro saúde não permite que a bomba seja coberta pelo programa de equipamento médico durável, e você tenta pagar com seu cartão da Conta de desembolso flexível3, mas não é aceito. Você paga os $250 do próprio bolso. Que bom que você tinha um vale presente para ajudar a pagar!
Você vai no pediatra para a consulta de rotina. Como seu pediatra teve muito pouco treinamento em amamentação, ele não sabe como ajudá-la, mas está preocupado que seu bebê tenha perdido muito peso, e aconselha dar-lhe um pouco de leite industrializado. Você não sabe o que fazer porque o conselho dado pela consultora de amamentação foi diferente.

Ugh!!! Isso é muito difícil, você pensa. Eventualmente, as coisas miraculosamente se resolvem, apenas porque você teve persistência nos altos e baixos, e seu companheiro, familiares e amigos te apoiam totalmente na amamentação. Com aproximadamente 4 semanas, seu bebê está sendo amamentado exclusivamente no peito, e ganhando peso. Você esta curtindo o que resta da sua licença não remunerada dentro da lei de Licença Médica Familiar4. Mas você tem somente 2 semanas antes de voltar a trabalhar. Você não tem dinheiro para ficar mais tempo longe do trabalho.
Você começa a ordenhar para produzir uma reserva de leite congelado para seu retorno ao trabalho. Você se organiza com seu empregador para ter um lugar para ordenhar – que sorte a sua que não é um banheiro! Você volta ao trabalho, e não demora muito para descobrir que sua produção de leite está diminuíndo e agora seu bebê quer mamar a noite toda. Você está exausta!
Você liga para a consultora de amamentação que diz que é comum ver uma diminuição na produção de leite materno quando a mãe volta a trabalhar. Ela explica que a bomba não é tão eficiente para ordenhar leite quanto o bebê, então sua produção pode diminuir, mas o bebê compensa ao mamar com mais frequência quando está junto a você – e isso calha de ser durante a noite. “Se chama ciclo reverso de amamentação”, ela lhe diz. Você se pergunta porque nunca ouviu falar disso antes, em suas consultas de rotina com o pediatra e obstetra.
Você quer ver a consultora de amamentação novamente, mas o seguro somente lhe reembolsa consultas durante o período de recém nascido. Bom, você pensa, ao menos meu seguro pagou por alguma coisa –o seguro da minha amiga não reebolsa nenhum centavo de ajuda com amamentação.

Você quase pega no sono dirigindo para o trabalho. “Isso é loucura”, você pensa. “Meu bebê precisa de mim viva, mais do que ele precisa do meu leite”. Finalmente, você desiste. Você não tem como continuar com essa rotina. Você está triste e muito decepcionada.



Você se torna uma estatística: uma das 41% das mães americanas que desmama antes dos 3 meses. Você sente muita culpa, especialmente quando ouve o quão maravilhoso é amamentar. E agora fica sabendo de um novo estudo que mostra que os Estados Unidos poderiam economizar $13 bilhões por ano se mais bebês fossem amamentados por mais tempo, e como todo mundo diz que amamentar salva vidas e fará a sua mais saudável tambem. Você gostaria que essas pessoas simplesmente calassem a boca.



Então, agora que você leu sobre a diferença entre o que poderia ter sido sua experiência, e o que ela foi de fato, me diga:



Você sente culpa por não ter amamentado? Ou você sente raiva porque não precisava ser assim?
Se você respondeu “raiva”, então pegue essa raiva e escreva para o seu hospital –diga a eles que você quer que se torne um Hospital Amigo da Criança, para que ninguém mais tenha que passar pelo que você passou apenas para alimentar seu filho. Escreva para seus deputados estaduais - diga a eles para apoiar leis que façam amamentar ser mais fácil, como licenciar consultoras de amamentação e requerer que companhias de seguro saúde reembolsem serviços de consultoras de amamentação. E escreva para os seus senadores e deputados federais, diga e eles que você quer deduções do imposto de renda para creches dentro do local de trabalho, e que você não quer que os Estados Unidos contiuem a ser o único país desenvolvido no mundo a não ter licença maternidade paga.


Sim, eu sou pesquisadora e médica, mas também sou mãe. Como eu moro nos Estados Unidos, você pode adivinhar como foi a minha experiência de parto. Talvez você tenha me visto no noticiário dizendo que as mães não devem se culpar. Eu já me senti assim. Então pegue sua culpa e a vire do avesso, e faça algo positivo para que outras maes não passem pelo que você passou. Todas nós merecemos mais!



Notas da tradução:

1) “Co pay”: nos EUA, é comum que os seguros saúde cobrem uma pequena taxa a cada servico prestado (consultas, exames), normalmente em torno de $10 a $20 dolares. Essa taxa se chama “co pay”.



2) Licenças maternidade ao redor do mundo, diferentemente do Brasil, normalmente não pagam 100% do salário durante o período em que a mãe está afastada do trabalho.
3) Conta de desembolso flexível: existe uma lei federal nos EUA que permite que o funcionário deposite dinheiro de seu salário sem ter que pagar imposto de renda, para despesas com saúde ou creche para os filhos. O máximo que pode ser depositado é $5 mil dolares por ano, e o grande benefício é que se paga menos em imposto de renda ao usar esta conta. Porém, o dinheiro só pode ser usado em despesas pré-aprovadas, e se ao final do ano o dinheiro colocado (cada pessoa decide o quanto quer colocar na conta) não for usado em sua totalidade, perde-se o dinheiro.




4) Lei de Licença Médica Familiar: os Estados Unidos não tem lei federal que regulamente licença maternidade paga, cada empresa dá o tempo que decidir, e muitas empresas não dão licença paga nenhuma. Esta lei foi criada para que a mulher possa tirar ate 12 semanas de licença não remunerada durante o primeiro ano do bebê, com a garantia da empresa não demití-la por conta do tempo de afastamento. A lei se aplica também a qualquer funcionario (homem ou mulher) quando se tem familiares doentes, mas durante o primeiro ano do bebê pode ser usada sem ter que se justificar doença.

 
 
Esse video aqui mostra direitinho os efeitos de um parto instrumentalizado ou nao na amamentaçao, fora a experiencia lindissima do "breast crawl"

 
Eu ja tinha escrito  sobre minhas experiencias com a amamentaçao nesse post aqui mas ao ler esse texto caiu algumas fichas, como a questao da peridural e sua influencia......é verdade que coincidencia ou nao, o start com Alex foi bem mais facil e ele foi o unico a nao ter respingos da peridural.
 Todos eles vieram pro meu peito logo apos o nascimento, todos os tres foram colocados ao seio mas inicialmente, a facilidade so rolou com Alex, parecia que eu tinha feito isso uma vida inteira enquanto que com Mathieu foi bem mais complicado e com Ciça tambem!
 
Hoje completamos 15 meses de aleitamento materno, ainda é com satisfaçao que de madrugada sinto uma maosinha delicada procurar um seio pra acariciar enquanto de olhinhos fechados, Alex com sua boquinha tenta achar o outro seio pra dar um golinho......
 

5 comentários:

disse...

Oi Juliana, descobri seu blog por meio do seu comentario no 13 anos da Mirelle e vim aqui bisbilhotar. Adorei este texto! Sou mãe do Rafael, de 1 ano e 2 meses, que nasceu aqui em Paris. Meu parto foi hospitalar, mas em 90% dos pontos citados, ele foi igual ao 1° relato do parto ideal. O parto foi longo, houve alguns imprevistos, mas tudo foi muito bem gerenciado pela equipe médica e consegui ter meu parto normal. O Rafael mamou na 1° hora, fizemos peau a peau e em nenhum momento ele foi para berçario. Ele mamou até 1 ano e nunca tivemos problemas na amamentaçao. A amamentação parou por uma "decisão conjunta", tudo rolou muito naturalmente.

Estou preparando um relato do meu parto, vou colocar em breve no blog...

Beijos!

Cyntilante disse...

Ai Ju.. é tão bom né... pena que Eric largou cedo.. hoje sinto falta... que foto linda do Alex... aii que saudade de vcs!
bjs

disse...

Juliana, posso linkar este teu post no meu blog?

Juliana Beaup disse...

Oi Dé, seja bem vinda!!! Claro que pode, fica à vontade......que bo que voce teve uma experiencia positiva, quando tiver relato pronto, me avise! beijao

Juliana Beaup disse...

Amanda, sem querer exclui seu comentario.....poxa nem consegui ler, Alex empurrou minha mao.....desculpa!!! Volte.bjos!